Físico diz que lâmpadas fluorescentes podem ser prejudiciais ao organismo humano
Por Daniel Rizzo
É muito comum, principalmente no meio acadêmico, estudantes se utilizarem de luminárias para seus estudos.
Basicamente, o funcionamento de uma lâmpada fluorescente dessas se dá por excitação dos átomos do gás presente no interior dessas lâmpadas por elétrons acelerados pela diferença e potencial entre as extremidades da lâmpada. Quando esses átomos voltam ao seu estado fundamental, eles emitem fótons de luz.
Existem inúmeras vantagens como por exemplo o fato da lâmpada não se esquentar demasiadamente, de consumir pouca energia e a sua luz branca não cansar a visão, o que diminui a vontade de durmir ao estudar.
No entanto esse tipo de lâmpada emite também radiação ultravioleta, por esse motivo a parte interna do vidro transparente da lâmpada é pintada com um sal branco, esse sal comumente chamado de sal de fósforo é uma substância fotofluorescente, ou seja, ele absorve a luz ultravioleta que é emitida e reemite luz no comprimento de onda do visível.
O maior perigo desse tipo de lâmpada é que ao passar dos anos ela vai perdendo essa camada de sal de fósforo e aumenta a emissão de luz ultravioleta, essa luz é extremamente prejudicial ao nosso organismo podendo causar queimaduras e até câncer.
Crise: cientistas contra a indústria da soja
Doze anos atrás, visitei um terapeuta alternativo com alguns sintomas de saúde pouco específicos. Quase nem tinha sentado ainda quando ele disse que minha dieta precisava de uma atenção especial – eu tinha que cortar todo laticínio, trigo, álcool e cafeína, e substituir as proteínas por leite de soja e tofu. Hoje em dia esse tipo de conselho é rotina, mas naquela época me pareceu glamourosamente radical: tive que procurar uma loja natural para comprar um estoque de leite de soja, porque a disponibilidade era mínima no mercado comum e as salsichas de soja eram apenas um brilho no olhar de Linda McCartney. Na ocasião perdi um bocado de peso e me senti muito rejuvenescida. Tanto que, quatro meses depois, comecei a comer normalmente de novo. Até porque, como foi reconhecido agora, a soja, longe de ter as propriedades mágicas de saúde que a brigada da medicina alternativa proclama sem cessar, pode na verdade ser ruim para nós. Sua reputação de agir contra o câncer, baixar o colesterol e combater a osteoporose é baseada em má ciência e marketing superlativo da poderosa indústria da soja. No mundo inteiro as evidências são contra a soja. No Reino Unido os estudos são amplos e já confirmaram, por exemplo, que a fórmula infantil de soja (único alimento de 6.500 bebês atualmente) tem um efeito estrogênico em ratos. A soja contém altas quantidades de várias toxinas químicas que não podem ser completamente destruídas nem por um longo cozimento. São: fitatos, que bloqueiam a absorção de minerais pelo corpo inibidores de enzimas, que atrapalham ou impossibilitam a digestão de proteínas, e hemaglutinas, que fazem as células vermelhas do sangue se aglutinarem, inibindo a absorção de oxigênio e o crescimento. Pior do que isso, a soja contém altos níveis dos fitoestrógenos (também conhecidos como isoflavonas) genisteína e daidzeína, que emulam e às vezes bloqueiam o hormônio estrógeno. O lobby da soja argumenta que os japoneses comem grandes quantidades de soja e, como resultado, têm baixos índices de câncer de seio, útero, cólon e próstata. Este é o grande mito sobre o qual se constrói a idéia de que soja é saudável. Em primeiro lugar, os japoneses não consomem tanta soja; um estudo de 1998 mostrou que um homem japonês típico ingere cerca de 8 g (2 colheres de sopa) por dia, nada semelhante aos 220 g que um ocidental consumiria comendo um pedação de tofu e dois copos de leite de soja. Em segundo lugar, embora os japoneses tenham índices menores de câncer no aparelho reprodutor, pensa-se que isso se deve a outros fatores dietéticos e de estilo de vida: eles comem menos carnes gordurosas, mais peixe e vegetais e menos comidas processadas e enlatadas do que numa dieta ocidental típica. Finalmente, os asiáticos têm níveis muitos mais altos de câncer na tiróide e no aparelho digestivo, incluindo câncer de estômago, pâncreas, fígado e esôfago. Sou vegetariano e consumo tofu e leite de soja aos montes. Devo parar? A soja se tornou a carne e o leite dos vegetarianos, a maior fonte de proteína de sua dieta. Mas comer soja na verdade coloca os vegetarianos em sério risco de deficiências minerais, incluindo cálcio, cobre, ferro, magnésio e especialmente zinco. Segundo o dr. Mike Fitzpatrick, bioquímico da Nova Zelândia que mantém um website de informações sobre a soja (http://www.soyonlineservice.co.nz), isso ocorre porque a soja contém altos níveis de ácido fítico, que bloqueia a absorção de minerais essenciais no trato digestivo. Para reduzir os efeitos de uma dieta rica em fitato você precisaria comer, como os japoneses, bastante carne ou peixe com pedacinhos de soja. Tenho intolerância ao leite de vaca – deveria mudar para o leite de soja? A soja se tornou a opção da moda para pessoas que “não toleram” laticínios. É pouco sabido que a soja é o segundo alergênico mais comum. Apenas 1 por cento da população é verdadeiramente alérgica ao leite de vaca, e destes, 2/3 serão intolerantes também ao leite de soja. Além do mais, o leite de soja é rico em alumínio. Isto porque sua proteína passa por processos de acidificação em tanques de alumínio para ser isolada. Não admira que o gosto seja ruim. A soja pode afetar a tiróide? Já se sabe há anos que os fitoestrógenos da soja deprimem a função da tiróide. No Japão, pesquisa de 1991 mostrou que 30 g de soja por dia resultam num grande aumento de hormônio estimulante da tiróide. Isso pode causar bócio, hipotiroidismo e doença autoimune da tiróide (síndrome de Hashimoto). Estou grávida. Devo evitar a soja? Provavelmente, e especialmente se você for vegetariana. Um novo estudo sobre bebês nascidos de mães vegetarianas mostrou que os meninos têm um risco cinco vezes maior de hypospadia, um defeito congênito do pênis. Os pesquisadores sugerem que isso se deve à maior exposição a comidas ricas em fitoestrógenos, especialmente soja. Níveis impróprios de hormônios como os causados por um alto consumo de soja durante as 12 primeiras semanas de gravidez também pode prejudicar o desenvolvimento cerebral do feto. Mas certamente posso alimentar meu bebê com fórmula à base de soja, não? Deve ser seguro: está disponível em todos os supermercados e farmácias. “Bebês alimentados com soja estão servindo de cobaias numa experiência enorme, sem controle ou monitoração”, disse Daniel Sheehan, diretor do Centro Nacional de pesquisa Toxicológica do FDA (USA), em 1998. A única comida de um recém-nascido é o leite que ele toma: um bebê alimentado com leite de soja recebe estrogênio equivalente a cinco pílulas anticoncepcionais por dia, segundo Mike Fitzpatrick. Os níveis de isoflavona desses bebês sào 13.000 a 22.000 vezes mais altos que nos bebês não alimentados com soja. Como resultado dessa sobrecarga de fitoestrógenos, bebês alimentados com soja têm risco dobrado de desenvolver anomalias da tiróide, incluindo bócio e tireoidite autoimune. Os meninos podem ter o amadurecimento físico retardado, e as meninas podem entrar na puberdade muito cedo (1% das meninas atualmente mostram sinais de puberdade, como desenvolvimento dos seios e pelos púbicos, antes dos três anos de idade), além de infertilidade. Os pesquisadores também sugerem que diabetes, mudanças no sistema nervoso central, comportamento emocional oscilante, asma, problemas imunológicos, insuficiência pituitária e síndrome do cólon irritável podem ser causados pelo alto consumo de fitoestrógenos na infância. No ano passado, componentes da soja também foram implicados no desenvolvimento da leucemia infantil. A soja pode ajudar no câncer de próstata? Há pessoas que acreditam nisso. Michael Milken consome 40 g de proteína de soja todos os dias com essa esperança. A ciência é menos conclusiva – um estudo recente sobre nipo-americanos vivendo no Hawaii mostra que homens que comeram duas ou mais porções de tofu por semana durante a meia idade não só tiveram envelhecimento cerebral acelerado, e mais do dobro de incidência de Alzheimer e demência, como também pareciam cinco anos mais velhos do que os que não comiam. Minha mãe morreu de câncer no seio e eu fui aconselhada tanto pela medicina convencional quanto pela alternativa a aumentar minha ingestão de soja para me proteger da doença. Isso acontece? A evidência é altamente inconclusiva. Em “The Brest Cancer Protection Diet”, publicado no ano passado, o dr Bob Arnot afirma que comer entre 35 g e 60 g de proteína de soja diariamente protege contra o câncer do seio porque aumenta a presença de genisteína, que é um bloqueador do estrogênio. Mas isto ignora a evidência contrária: em 1966, pesquisas mostraram que mulheres que comiam soja tiveram aumentada a incidência de hiperplasia epitelial, uma condição que pressagia a malignidade. Em 1997, a genisteína na dieta mostrou estimular as células do seio humano a entrar no ciclo das células cancerosas. Em resultado, os pesquisadores aconselharam as mulheres a não comer produtos da soja para evitar o câncer de seio. Mas a soja previne a osteoporose, fragilidade óssea que afeta particularmente as mulheres após a menopausa? Não. Na verdade, a soja bloqueia o cálcio e causa deficiência em vitamina D – e ambos são necessários para ossos fortes, dizem as nutricionistas e especialistas em soja Sally Fallon e Mary G Enig. Existe algum tipo de produto de soja que eu possa comer em segurança? Sim. Produtos fermentados da soja, como molho de soja, tempê e missô. O longo processo de fermentação neutraliza os efeitos das toxinas naturais da soja. É possível evitar a soja? É difícil. Você pode parar de ingerir produtos óbvios como tofu e leite de soja, mas ela também pode ser encontrada em cereais matinais, sorvete, hambúrgueres, lasanha e toda sorte de coisinhas assadas como bolos, biscoitos, tortillas, pão. Leia os rótulos cuidadosamente e coma comidas orgânicas sempre que for possível. Por último: o lobby pró-soja sempre diz que, nos Estados Unidos, um quarto da população foi alimentado com fórmula infantil de soja durante 30 a 40 anos, sem problemas adversos de saúde. Então, por que eu deveria me preocupar? Os cientistas estão apenas começando a pesquisar e entender os efeitos nocivos a longo prazo que podem ser causados pelo consumo de grandes quantidades de soja. Como escrevem Fallon e Enig: “A indústria soube por muitos anos que a soja contém muitas toxinas. Primeiro disse ao público que as toxinas eram removidas pelo processamento. Depois alegaram que essas substâncias eram benéficas.” Parece que há uma grande batalha pela frente. O original deste artigo foi republicado por www.mercola.com, site do médico Joseph Mercola, que faz o seguinte comentário: “Um excelente relatório ilustrando os perigos e equívocos mais comuns quanto à soja. Um ponto do artigo com o qual não concordo, entretanto, é a afirmação de que somente 1% da população é alérgica a leite de vaca. Embora isso possa ser verdade através dos meios convencionais de diagnose, uma grande maioria da população tem algum grau de alergia ou sensibilidade ao leite de vaca, e ficaria melhor se o evitasse completamente. Seria melhor evitar tanto o leite de vaca quanto o ‘leite’ de soja e beber somente água.” Para mais informações, visite http://www.soyonlineservice.co.nz http://www.westonaprice.org http://www.nexusmagazine.com/ http://www.brain.com/ The Trouble With Tofu: Soy and the Brain Soy May Cause Cancer and Brain Damage Soy: Too Good to be True Newest Research On Why You Should Avoid Soy Learn The Truth About The Historical Use Of Soy High Soy Diet During Pregnancy And Nursing May Cause Developmental Changes In Children Soy Can Cause Severe Allergic Reactions Soy Supplements Fail to Help Menopause Symptoms 20/20 Feature on the Dangers of Soy Soy Formulas and the Effects of Isoflavones on the Thyroid Pregnant Women Should Not Eat Soy Products
Fonte: http://correcotia.com/soja/soja01.html
Texto original em inglês: www.mercola.com
Estar pronto para este mundo!
Para ser grande, sê intero
Nada teu exagera ou exclui
Sê todo em cada coisa
Põe quanto és
No mínimo que fazes
Assim em cada lago a lua toda brilha
Porque alta vive
Reicardo Reis
por Amanda**
Quando falamos de sustentabilidade, evocamos acima de tudo uma nova condição humana diante do mundo; uma condição de responsabilidade e consciência. Para transformar, é preciso atuar como se fôssemos únicos, desenvolvendo em nós mesmos energia física, conhecimento e amor, necessários para agir, discernir e persistir.
Hoje em dia estão acessíveis a todos nós muitas técnicas de autocura, relaxamento e expansão da consciência. É muito importante que práticas com esses propósitos façam parte do nosso cotidiano. Incorporar a mudança em si mesmo é mais do que conhecer conceitos e realizar transformações no ambiente. É estar pronto e pronta para dar o exemplo.
A saúde, hoje, mais do que nunca é revolucionária. A mente sã é capaz de reconhecer quando um ser humano está sendo explorado e de reagir quando necessário. Só em equilíbrio somos capazes de conceber o amor em toda sua divindade. Ainda, alimentação correta, pensamento positivo e movimentos saudáveis deveriam ser-nos ensinados nas escolas como base para toda existência. Essas são as melhores ferramentas para que não precisemos ser reféns do sistema médico alienante; que nos aliena da condição de sermos responsáveis pela própria saúde e, tantas vezes nos submetendo a condições desumanas de tratamento e falta de cuidados.
A imensa maioria das doenças, senão todas, se originam em causas psicossomáticas. Existem milhares de estudos acessíveis nas sessões de psicologia, medicina “alternativa”, qualidade de vida… a respeito das causas sutis das doenças; estresse, medo, raiva, e tantas emoções destrutivas, quando manifestadas em nossa mente, ocupam imediatamente um lugar em nosso corpo. Muitos de nós, se acostumam com uma mente doente sem nem mesmo perceber que está prejudicando o próprio corpo e ofuscando o brilho da vida.
Objetivamente, técnicas de massagem são eficazes para despertar nossos sentidos, potencializar nossa capacidade de perceber o mundo e a nós mesmos. Isso se dá através do relaxamento profundo, que podemos praticar sozinhos cotidianamente, alcançando estágios profundos da nossa consciência, mas também através da relação com a/o terapeuta, com quem se estabelece a troca curativa.
Compartilhar, descobrir novas técnicas, trocar com amigos, realizar práticas coletivas são deliciosas formas de começar a experimentar essa “nova” forma de encontro. Assim, como seres humanos devemos nos capacitar continuamente para realizar esse presente que é a VIDA.
** Amanda realiza atendimento de massagem bioenergética; pratica meditação tântrica inspirada em Sri Sri Anandamurti, e acredita que cada um de nós pode (deve!) fazer um mundo melhor a cada dia!! – amandabarral@yahoo.com.br
Esse texto foi originalmente escrito para o Gibi Semearte do Paulinho Semearte para a sessão sobre terapias alternativas na Casa dos Holons, em 2007 – São Paulo..
Guia do Consumidor [Consciente] Sem Transgênicos
A tabela que segue está com alguns probleminhas de acento. Mas seguramente vc vai entender o que ela quer dizer. Qualquer dúvida, consulte o site do Greepeace -Brasil, onde vc pode baixá-la em PDF:
http://www.greenpeace.org/brasil/transgenicos/consumidores/guia-do-consumidor-2
| GUIA DO CONSUMIDOR – PRODUTOS COM OU SEM TRANSGÊNICOS (Greenpeace) |
|
Óleos |
|
|
Transgênico |
Não transgênico |
| Aro (Makro)
Liza (Cargill) Oliva (Cargill) Olivares (Paladar) Salada (Bunge) Soya (Bunge) Carmelita (Vigor) Mazola (Cargill) Primor (Bunge) Veleiro (Cargill) |
Big
Carrefour Compre Bem/Barateiro Extra Pão de Açúcar Champion Sinhá (Caramuru) Campestre Great Value (Wal-Mart) Ceres (Vida) Cocamar Dois Amores (Caramuru) Leve (Imcopa) Gilda (Vida) Maria (Vida) Sadia Suavit (Cocamar) Brejeiro |
|
Alimento Infantil |
|
|
Transgênico |
Não transgênico |
| Gerber (Novartis) | Arisco (Unilever)
Big Carrefour Cremogema (Unilever) Compre Bem/Barateiro Extra Maizena (Unilever) Nestlé Pão de Açúcar Aptamil (Support) Bebelac (Support) Nan (Nestlé) Nestogeno (Nestlé) Ninho (Nestlé) Nutriton (Support) Soya Diet (Support) |
|
Farinhas e Grãos |
|
|
Transgênico |
Não transgênico |
| Aro (Makro)
Dafap’s Quero |
Big
Carrefour Compre Bem/Barateiro Extra Pão de Açúcar Bontrato (Caramuru) Caramuru Cereja (Sakura) Champion Hikari Jasmine Mãe Terra Mais Vita Produtos Naturais Missô (Sakura) Nekmil (Caramuru) Nutrimental Oetker Panco Sinhá (Caramuru) Vitao (Nutrihouse) Yoki |
|
Molhos e Condimentos |
|
|
Transgênico |
Não transgênico |
| Soya (Bunge)
Ajinomoto Primor (Bunge) Luppini Quero Mesa (Vigor) Vigor Virmont Gourmet (Cargill) Liza (Cargill) Sazon (Ajinomoto) Hondashi (Ajinomoto) |
Arisco (Unilever)
Big Carrefour Compre Bem/Barateiro Extra Pão de Açúcar Cereja (Sakura) Champion Mãe Terra Missô (Sakura) Great Value (Wal-Mart) Maria (Vida) Cepêra Mais por Menos (Wal-Mart) Aji no Shoyu (Sakura) Cica (Unilever) Etti (Parmalat) Goodlight Hellman’s Hikari Knorr (Unilever) Lanchy (Cocamar) Linguanotto (Masterfoods) Mococa Parmalat Peixe (Cirio) Purity (Cocamar) Sakura Uncle Ben’s (Masterfoods) Cirio Fondor (Nestlé) Pomarola (Unilever) Salsaretti (Parmalat) Tarantella (Unilever) Maggi (Nestlé) |
|
Enlatados |
|
|
Transgênico |
Não transgênico |
| Quero | Big
Compre Bem/Barateiro Extra Pão de Açúcar Great Value (Wal-Mart) Mais por Menos (Wal-Mart) Etti (Parmalat) Peixe (Cirio) Anglo (BF) Bonduelle Bordon (BF) Coqueiro Quaker Superbom Swift (BF) |
|
Sopas e Pratos Prontos |
|
|
Transgênico |
Não transgênico |
| Hemmer
La Table D’or Vigor |
Arisco (Unilever)
Big Pão de Açúcar Panco Sinhá (Caramuru) Vitao (Nutrihouse) Sadia Goodlight Knorr (Unilever) Missoshiru (Sakura) Nissin Qualimax Maggi (Nestlé) |
|
Sobremesas |
|
|
Transgênico |
Não transgênico |
| Vigor
Virmont Dona Benta Linea Leco (Vigor) |
Big
Maizena (Unilever) Nestlé Pão de Açúcar Hikari Oetker Great Value (Wal-Mart) Goodlight Mococa Parmalat Paulista (Danone) Clight (Kraft) Ducoco Fresh (Kraft) Karo (Unilever) Kibon (Unilever) La basque Miss Daisy (Sadia) Royal (Kraft) Danone |
|
Matinais e Cereais |
|
|
Transgênico |
Não transgênico |
| Linea
Sustagen (Bristol & Meyers) Café do Ponto Kellog´s Diet Shake (Nutrilatina) Melitta Ovomaltine (Novartis) Quero Pro Sobee (Bristol & Meyers) |
Big
Carrefour Compre Bem/Barateiro Extra Nestlé Pão de Açúcar Jasmine Mãe Terra Vitao (Nutrihouse) Great Value (Wal-Mart) Mais por Menos (Wal-Mart) Mococa Quaker Sanavita Batavo Ativa Soy (Nutrimental) Suprasoy (Josapar) Nutrifoods Nutrilon (Nutrimental) Nutry (Nutrimental) Nutry Fun (Nutrimental) Cerealon (Nutrifoods) Chocomilk (Batavo) Chomax (Ducoco) Fibra Total (United Mills) Fitness & Diet (United Mills) Mucilon (Nestlé) Nescau (Nestlé) Nesquik (Nestlé) Neston (Nestlé) Nutren (Nestlé) Toddy (Quaker) Trio (United Mills) |
|
Chocolates e Balas |
|
|
Transgênico |
Não transgênico |
| Adams
Cadbury Dan Top Dizioli Duitt Garoto Halls Hershey’s Santa Edwiges Trident |
Big
Nestlé Pão de Açúcar Great Value (Wal-Mart) Arcor Dori Ferrero Kopenhagen Lacta (Kraft) M&M (Masterfoods) Milka (Kraft) Pan Twix (Masterfoods) Snickers (Masterfoods) |
|
Biscoitos e Salgadinhos |
|
|
Transgênico |
Não transgênico |
| Adria
Ebicen (Glico) Lu (Arcor) Zabet (Adria) Truinfo (Arcor) Aymoré (Arcor) Gran Dia (Arcor) |
Big
Carrefour Compre Bem/Barateiro Extra Nestlé Pão de Açúcar Champion Jasmine Mãe Terra Panco Vitao (Nutrihouse) Great Value (Wal-Mart) Mais por Menos (Wal-Mart) Parmalat Firenze Piraquê Nutrifoods Nutry (Nutrimental) Dauper Dori Ativa (Nutrimental) Bauducco Elbis (Mabel) Elma Chips Fritex (Bauducco) Iracema (Kraft) Kelly (Mabel) Mabel Mini Bits (Kraft) Nabisco (Kraft) Skiny (Mabel) Tica (Panco) Tostines (Nestlé) Visconti Wickbold Biits Cookies (United Mills) Bon Gouter (Kraft) ChocolÃcia (Kraft) Chocooky (Kraft) Club Social (Kraft) Oreo (Kraft) Trakinas (Kraft) Duchen (Parmalat) Raris (Masterfoods) Mr. Nut´s (Masterfoods) |
|
Pães e Bolos |
|
|
Transgênico |
Não transgênico |
| Santa Edwiges
Pullman Ana Maria (Pullman) |
Big
Pão de Açúcar Panco Great Value (Wal-Mart) Mais por Menos (Wal-Mart) Firenze Bauducco Tica (Panco) Visconti Wickbold Kidlat (Parmalat) Jack Bolinho (Wickbold) |
|
Bebidas |
|
|
Transgênico |
Não transgênico |
| All Day (Bunge)
Cyclus (Bunge) |
Sanavita
Batavo Clight (Kraft) Fresh (Kraft) Royal (Kraft) Danone Ativa (Nutrimental) Yakult Ades (Unilever) Cereal Shake Light Ki-Suco (Kraft) Maguary (Kraft) Jui-C (Nutrimental) Nutrinho (Nutrimental) Sustare (Olvebra) Tang (Kraft) Q-Refres-ko (Kraft) Tonyu (Yakult) Chamy (Nestlé) Kissy (Batavo) Diet Fiber (Olvebra) Longevita (Olvebra) Novo Milke (Olvebra) Soy Fruit (Olvebra) Soy Original (Olvebra) Soymilke (Olvebra) |
|
Frios e Embutidos |
|
|
Transgênico |
Não transgênico |
| Big
Carrefour Compre Bem/Barateiro Extra Champion Sadia Mais por Menos (Wal-Mart) Anglo (BF) Bordon (BF) Swift (BF) Batavo Perdigão Rezende (Sadia) Seara Marba Wilson (Sadia) |
|
|
LaticÃnios e Margarinas |
|
|
Transgênico |
Não transgênico |
| Primor (Bunge)
Mesa (Vigor) Leco (Vigor) Vigor All Day (Bunge) Amélia (Vigor) Cyclus (Bunge) DelÃcia (Bunge) Franciscano (Vigor) Mila (Bunge) Soya (Bunge) |
Big
Carrefour Compre Bem/Barateiro Extra Nestlé Pão de Açúcar Great Value (Wal-Mart) Sadia Mais por Menos (Wal-Mart) Goodlight Paulista (Danone) Batavo Piraquê Danone Arisco Philadelphia (Kraft) Claybom (Unilever) Baker (Vida) Colméia (Vida) Becel (Unilever) Corpus (Danone) Cremutcho Dannete (Danone) Danny (Danone) Doriana (Unilever) Molico (Nestlé) Qualy (Sadia) Saúde (Unilever) Deline (Sadia) Dupli (Danone) FBE (Vida) Glacier (Vida) Margarella (Vida) Mariella (Vida) |
|
Massas |
|
|
Transgênico |
Não transgênico |
| Adria
Frescarini (General Mills) Pastitex Santa Branca |
Big
Carrefour Pão de Açúcar Champion Sadia Mezzani Firenze Massaleve Pavioli Piraquê |
|
Congelados |
|
|
Transgênico |
Não transgênico |
| Arosa
Forno de Minas (General Mills) Pescal Belcook |
Big
Carrefour Compre Bem/Barateiro Extra Pão de Açúcar Champion Panco Great Value (Wal-Mart) Sadia Goodlight Anglo (BF) Bordon (BF) Superbom Swift (BF) Batavo Da Granja Kilo Certo Perdigão |